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Guns N’ Roses acerta as contas com o Rock in Rio em show de mais de 3 horas com homenagem a Chris Cornell

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Esta foi quarta passagem do Guns N’ Roses no Rock in Rio, mas vamos combinar… Para os minimamente exigentes, foi a segunda vez. Após shows sem o baixista Duff McKagan e o guitarrista Slash em 2001 e 2011, finalmente o Rock in Rio viu algo além da “banda do Axl Rose”. Eles tocaram por três horas e 28 minutos.

Pela oitava vez no Brasil, a banda mais querida dos roqueiros brasileiros (sério, o fã-clube de bandanas e tatuagens é imbatível) fez quase o mesmo show da turnê brasileira do ano passado. Para fechar, Axl se despediu do público vestido com um chapéu de cangaceiro.

Slash escorregou na introdução de “Sweet child o’mine”, mas pelo menos foi ele mesmo, não um sósia de Slash contratado por Axl.

O começo é com “It’s so easy”, o fim com “Paradise city”, os solos são mais do que celebrados, a voz de Axl vai e volta… Tudo previsível, mas isso nunca foi sinônimo de ruim, né?

Clássicos do rock clássico como “Patience”, “Sweet child o’ mine” e “November rain” estão lá e eles enchem o final do show de covers. A mais emocionante é “Black Hole Sun”, do Soundgarden, homenagem já feita antes por eles para Chris Cornell (1964-2017).

“É bom ver vocês de novo… vocês gostaram do Who?”, perguntou Axl, antes de “Better”, retirada do disco mais recente. Como sempre, o público usa as quatro músicas de “Chinese Democracy”, de 2008, para recuperar o fôlego. A interação e cantoria da plateia são mínimas nessa, na faixa-título e em “This is Love”.

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Amante de comunicação, apaixonado por rádio, admirador da sétima arte e em breve casado.

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